Artigo de opinião / 22.05.17

Dicas para o ajudar na tomada de decisão e atingir resultados

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Saiba o que fazer nestes momentos e lidar com as consequências

Todos os dias surgem momentos em que temos de tomar decisões, sejam de pequeno ou de grande impacto.

 As decisões que tomamos são inúmeras, diversificadas e, muitas vezes, devemos conviver com suas consequências por bastante tempo, tanto a nivel profissional como a nivel pessoal. Além de tudo, é importante estar seguro antes da tomada de decisão e pronto para as suas consequências para que, no futuro, dúvidas não surgam e originem sentimentos como frustração e arrependimento, que não são nem um pouco agradáveis de carregar.

No entanto, erros cometidos no passado devem ser encarados normalmente sob forma de aprendizagem, só comete o mesmo erro duas vezes quem quer. Se antigamente as opções não eram tão claras ou não víamos as várias possibilidades e caminhos distintos que podem ser trilhados, hoje esse quadro já é muito diferente.


Fazer escolhas requer um equilíbrio bastante específico e de forças opostas: emoção e razão – além, é claro, de tentarmos prever o futuro próximo para saber se essas decisões serão as consideradas melhores.

A tomada de decisão, independente do contexto em que nos encontramos, é algo que envolve os mais variados processos mentais. Se é um ser indeciso por natureza, talvez as dicas abaixo o ajude a ficar mais seguro nas horas de enfrentar as escolhas e não se arrepender depois:

  • Partilha de sinergias e eliminação da centralização abundante (Rui Alves)

A interação e envolvimento de todos os colaboradores neste processo permitirá que a empresa aproveite o conjunto de sinergias internas como uma forma de rentabilizar os seus activos, exponenciar os meios e matérias que dispõem na sua estrutura com a finalidade de maximizar a aprimoração das soluções para atingir os resultados pretendidos.

Além disso, os acordos e as parcerias com outros players nos sectores, por exemplo, de marketing e consultoria são comuns e têm como principais objectivos a entrada num meio que não possuem, a optimização de recursos e o aumento de notoriedade.

A descentralização do processo de tomada de decisão incita o envolvimento, agilidade e criatividade na solução do problema, competição positiva, melhor utilização dos recursos, motivação e retenção de talentos, utilização de conhecimentos específicos dos seus colaboradores, maior assertividade e qualidade da ação junto dos clientes dada a maior proximidade através da consideração de visões por parte de vários níveis hierárquicos.

  • Seguir os instintos (João Tavares)

Às vezes achamos que seguir a nossa intuição não é um opção viável porque pensamos que, ou o nosso instinto pode estar errado ou seguir o instinto é o mesmo que “atirar à sorte”. Nunca nos esqueçamos que o instinto advém de um conjunto de fatores inerentes ao nosso ser. Experiência, conhecimento e aprendizagens, tudo isso contribui para os nossos instintos, os nossos “feelings”. Caso o instinto não esteja correcto, temos de ser positivos, aprendemos sempre com os nossos erros e da próxima não se repetirá o mesmo.

  • Decisão baseada na intuição (Helder Resende)

A decisão com base na intuição pode ser importante para uma boa tomada de decisão. Nem sempre estas decisões são feitas com base num suporte analítico.  Não tendo bases analíticas, o seu instinto pode contribuir para uma verificação valiosa contra a razoabilidade ou o preconceito de outros inputs. O que é importante levar daqui é que a tomada de decisão intuitiva pode ser refinada e melhorada.

  • Reunir informação pertinente (Raquel Andias)

Para tomar uma decisão devemos munirmos do máximo de informação possível, para podermos fundamentar a nossa decisão, informação é poder. Não há decisões erradas nem decisões certas, existem sim decisões com consequências diferentes, mas o mais importante é acreditarmos na decisão que tomamos e estarmos confortáveis para podermos lidar com as consequências da mesma.

  • Recolher informação (Rafael Silva) 

Para tomar uma decisão necessito de recolher a maior quantidade possível de informação. Assim conseguirei basear a minha decisão em factos e que torna este processo mais assertivo.

Não consigo prever com 100% certeza o impacto da decisão que tomo. No entanto, tenho a certeza que estará o mais próximo possível da ideal.

  • Assumir que não se tem conhecimento de todas as respotas (Tatiana Plata)​

Para que seja tomada a decisão mais acertada, tem-se que ter consciência que não temos resposta para tudo. Por tanto, estar recetivo a informação partilhada pelos membros da sua equipa, e com esta conseguindo tomar a decisão que achar mais acertada, atingindo assim os resultados estabelecidos.

Outro ponto a destacar é a importância de se agendar reuniões periódicas entre vários departamentos, para que haja troca de informação e experiência, enriquecendo o próprio conhecimento.

Concluindo, o fato de não termos todo o saber, não impede que não tenhamos  sucesso, para isso, é necessário haver coesão entre as equipas e os vários departamentos da empresa.  


Podemos concluir que o potencial do processo de tomada de decisão está diretamente relacionada com a informação que detém no momento, nivel de proatividademetodologias inerentes utilizadas e capacidade de gestão da equipa e do tempo. Decisões sábias e assertivas fazem com que impulsione a sua gestão tanto a nivel temporal como no próprio negócio.

É fulcral ter mais tempo disponível para se debruçar sobre os assuntos mais importantes do os urgentes!

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